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Porque isto não é só romance e florzinhas!

por Quadrada, Segunda-feira, 14.01.13

Até ver, os meus posts no blog relacionados com o Príncipe William são todos romântico-lamechas (tirando as conversas em que ele claramente leva a melhor a gozar comigo). Claro que algum dia tinha que chegar o momento "Tirem-me-Deste-Filme"; aquele que daqui a uns anos vou usar para contar aos meus filhos e ouvi-los perguntar "Não havia nenhum melhor?" (que foi o que eu perguntei à minha mãe quando ela me contou que o meu pai a foi levar a casa de carro e perdeu a porta de trás)...e eis que esse momento chegou hoje (ou ontem, dado que já passa da meia-noite).

Tudo começou com uma tranquila viagem de Expresso que me soube pela vida pelo simples facto de poder vir encostada ao ombro do meu pretty boy o tempo todo. Chegámos às 23:50h a Coimbra e dois amigos do Príncipe (e agora meus também) vieram buscar-nos de carro para passarmos no McDrive antes de irmos para casa. Até aqui, tudo muito bem.

Lá fomos nós para dentro do carro (estava um frio dos diabos!), fizemos os pedidos e avançámos para a janela onde iríamos recebê-los. Sucede-se que, quando nos preparávamos para ir embora rumo ao quentinho do lar, doce lar, o carro não pegava. É isso mesmo. Ficámos parados em pleno McDrive com uma fila de não sei quantos carros atrás de nós. O Príncipe e um dos amigos foram empurrar o carro (Quadrada Rosa sempre refasteladinha de rabo sentado no pópó, que eu cá sou uma lady) e deixaram-no encostado a um canto para não estorvar, enquanto iam buscar gasolina à gare. A questão é que não havia gasolina lá. Foram então ter com um taxista para perguntar quais eram as bombas mais próximas, mas rapidamente perceberam que o problema estava no facto de o carro pura e simplesmente não ter bateria. Lá ficámos nós não sei quanto tempo à espera do reboque.

Depois de tratada a situação da bateria, constatou-se que também não havia gasolina. Fomos à bomba mais próxima e ficámos de novo sem bateria. Eram exactamente duas da manhã quando chegámos a casa, transportados por um táxi, após o carro ter sido mesmo rebocado.

Mas pronto, o que conta é a intenção!

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2 comentários

De Fábio Raposo a 14.01.2013 às 13:43

Podiam ter perguntado ao taxista se ele não tinha uns cabos de bateria, para pelo menos ligarem o carro, dessa forma conseguiam ir até ao destino, mas, depois há o problema da gasolina, ai só podiam ir comprar a dita cuja às bombas mais próximas, mas para isto também precisavam do recipiente próprio, que nem todos os carros têm.
Seja como for, tens aqui um belo episódio das Viagens da Quadrada na Rede Expressos.

De Quadrada a 14.01.2013 às 18:48

Resolveu-se, é o que interessa :P

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