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Já se acabou a boa vida.

por Quadrada, Domingo, 02.01.11

E cá vou eu para Coimbra, pronta para um dia inteirinho de stress pré-exame, durante o exame e pós-exame.

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E quem já fez que marque bem negro!

por Quadrada, Domingo, 02.01.11

Passo o desafio a quem o quiser levar.

 

  • 01. Pagar bebida pros seus amigos.
  • 02. Pegar num tubarão.
  • 03. Dizer “eu amo-te” sentindo amor de verdade.
  • 04. Abraçar uma árvore.
  • 05. Achar que vai morrer.
  • 06. Ficar acordado a noite inteira e ver o nascer do sol.
  • 07. Não dormir por 24hrs.
  • 08. Cultivar e comer os teus próprios vegetais.
  • 09. Dormir sob as estrelas.
  • 10. Mudar a fralda de uma criança.
  • 11. Ver uma estrela cadente.
  • 12. Ficar embriagado.
  • 13. Doar coisas pra caridade.
  • 14. Olhar para o céu e achar o cruzeiro do sul.
  • 15. Ter um ataque de riso na pior altura possível.
  • 16. Fazer uma luta de comida.
  • 17. Apostar e perder.
  • 18. Convidar um  estranho (estranha) para sair.
  • 19. Fazer guerrinha de papel. (avioes de papel)
  • 20. Gritar o mais alto que puder.
  • 20. Pegar num cordeiro.
  • 21. Andar de montanha russa.
  • 22. Dançar como um louco e não se preocupar se estão olhando.
  • 23. Falar com sotaque por um dia inteiro.
  • 24. Estar mesmo feliz com a tua vida.
  • 25. Ter dois hard drives para o computador.
  • 26. Conhecer o teu país.
  • 27. Cuidar de alguém embriagado.
  • 28. Ter amigos fantásticos.
  • 29. Dançar com um estranho.
  • 30. Roubar uma placa/sinal de trânsito.
  • 31. Fazer um passeio de noite na praia.
  • 32. Ficar de coração partido mais tempo do que se esteve realmente apaixonado.
  • 33. Sentar na mesa de um estranho num restaurante e comer com ele
  • 34. Imitar uma vaca.
  • 35. Fingir que se é um super-herói.
  • 36. Cantar karaoke.
  • 37. Mergulhar.
  • 38. Beijar na chuva.
  • 39. Brincar na lama.
  • 40. Brincar na chuva.
  • 41. Apaixonar-se e não ficar de coração partido.
  • 42. Visitar locais ancestrais.
  • 43. Fazer uma arte marcial
  • 44. Entrar numa novela
  • 45. Ser penetra numa festa.
  • 46. Ficar sem comer 5 dias.
  • 47. Fazer um bolo sozinho.
  • 48. Fazer uma tatuagem.
  • 49. Receber flores sem razão.
  • 50. Representar num palco.
  • 51. Gravar música.
  • 52. Ter um caso de um dia.
  • 53. Guardar um segredo.
  • 54. Cantar bem alto no carro e não parar quando perceber que tem gente olhando.
  • 55. Sobreviver a uma doença em que se podia ter morrido.
  • 56. Perder dinheiro.
  • 57. Cuidar de alguém com dor de cotovelo.
  • 58. Fazer uma festa legal.
  • 59. Partir o coração de alguém.
  • 60. Fazer um piercing.
  • 61. Andar de cavalo.
  • 62. Fazer uma grande cirurgia.
  • 63. Comer sushi.
  • 64. Ter uma foto sua num jornal.
  • 65. Mudar a opinião de alguém sobre alguma coisa em que acreditas profundamente.
  • 66. Fazer de um insecto, um animal de estimação.
  • 67. Seleccionar um autor importante que não trabalhou na escola e lê-lo.
  • 68. Comunicar com uma pessoa sem partilharem uma língua comum.
  • 69. Escrever a sua própria linguagem no computador.
  • 70. Pensar que está vivendo um sonho.
  • 71. Pintar o cabelo.
  • 72. Salvar a vida de alguém

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Desabafo #

por Quadrada, Domingo, 02.01.11

Das duas uma:

ou ainda anda tudo a ressacar da noite de passagem de ano e não tiveram tempo/disposição de ler blogs e dar sinal de vida, ou então este blog tornou-se uma coisa muito chata e enfadonha.d

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A prenda que mais gostei de oferecer este Natal?

por Quadrada, Domingo, 02.01.11

Eu mesma.

Amo-te, meu Babe. 

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Passagem de ano 2010/2011

por Quadrada, Domingo, 02.01.11

Arre chiça, finalmente saímos deste ano que passou, tão cheio de coisas más!

Eu, os meus pais e os meus irmãos fomos jantar a uma colectividade aqui na zona, onde o pessoal costuma fazer aqueles ajuntamentos na Passagem de Ano. foi muito engraçado! Houve karaoke, uma peça teatral que me arrancou várias gargalhadas, risos, bailarico e tudo! Passámos lá a meia-noite e, cerca de uma hora mais tarde, o Babe foi lá ter comigo. Ficou um pouco connosco e depois fomos os dois "córtir" a noite.

Quando chegámos ao bar do costume, assustámo-nos com a carrada de gente que andava por lá. Uma pessoa nem se conseguia mexer. Mas, felizmente, encontrámos o nosso lugarzinho no céu (que, a bem dizer, nem é uma expressão totalmente errada, dado que era na parte de cima do bar). Os nossos amigos estavam todos lá batidos, o que nos proporcionou uma noite fantástica, cheia de festa, diversão, alegria e muito amor! Dançámos, cantámos, rimos, mimámo-nos muito, demos muuuuuitos beijinhos e sinto que recuperámos todo o tempo perdido!

Eu e o Babe conversámos bastante. Sobre tudo o que nos veio à cabeça, para ser sincera. Falámos de nós, da vida, dos nossos amigos, da nossa noite, deste ano que passou. Descobri que, tal como eu, ele também detestou 2010. Também sofreu mais que nunca, também se sentiu no cume da tristeza, também teve o sabor da minha ausência marcado na boca. Como eu, também ele chorou, também ele quis voltar atrás (e, por vezes, adormecer e só acordar quando tudo tivesse passado). E o fantástico disso é que não me senti sozinha. Não senti que este ano foi só o meu martírio. Não senti que carreguei tudo por mim mesma, que fui só eu a suportar esta barra. É como se, durante todo este tempo, eu me tivesse visto a carregar o peso de uma cruz sozinha e, de repente, o visse pegar na parte de trás e ajudar-me a levá-la pelo resto do caminho sujo e estragado que estava ainda por percorrer. Como se, de alguma forma, ele sempre tivesse estado lá para suportar tudo comigo e eu, por olhar sempre para a frente, não tivesse reparado nisso. Só que ontem, com tudo o que conversámos, de alguma forma senti o peso que estava sobre os meus ombros a desvanecer, a ser cada vez menor, a encurtar aos poucos. E, olhando para trás, percebi que, afinal de contas, ele sempre esteve lá. Chorou comigo e por mim, sofreu ao meu lado, saboreou toda a tristeza que experimentei, pensou em mim tanto quanto pensei nele e sentiu a minha falta da mesma forma que senti a dele.

E, para ser sincera, é fabuloso acabar 2010 assim. Porque, deste modo, alguma coisa trouxe sabor a este ano passado, um sabor menos amargo, mais doce, e assim 2010 já não é só um ano incrivelmente triste. É também o ano em que conheci o verdadeiro significado de ser feliz, o ano em que começaram as minhas alegrias, o ano do princípio da bonança. E, na verdade, este final de 2010 foi, ao mesmo tempo, o início do resto da minha vida.

 

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