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Sempre ouvi dizer...

por Quadrada, Quarta-feira, 09.02.11

Cada um faz a cama em que se deita.

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Sabes que é ele o tal...

por Quadrada, Quarta-feira, 09.02.11

...quando aparece diante de vós a rapariga que todos os rapazes querem na faculdade, esperas um olhar de cima abaixo da parte do teu namorado e a reacção dele é fazer cara de enjoado e perguntar:

"Eeeeewwwww, que raio lhe aconteceu ao nariz?!?"

Lindo menino.

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That awkward moment...

por Quadrada, Quarta-feira, 09.02.11

Foi estranho. Realmente, foi muito estranho ter o meu namorado a falar comigo acerca dos sentimentos de outro rapaz por mim. Foi estranho ter sido ele a abrir-me os olhos e fazer-me perceber que talvez as coisas tenham sido diferentes.

Foi estranho. Realmente, foi muito estranho que o meu namorado tivesse passado meia hora a explicar-me porque é que o meu ex-namorado não me amava, porque é que é óbvio que não. Foi estranho ter sido ele a apontar as diferenças entre os dois, a dizer-me porque é que fiz a escolha certa em ter ficado com ele.

Foi estranho. Realmente, foi muito estranho porque a verdade é que eu gostei do meu ex-namorado. Muito pouco, mas gostei. E, se calhar, ele não gostou assim tanto de mim. Se calhar, as lágrimas foram fáceis de fingir. Se calhar, os sorrisos foram forçados, os beijos dados só por dar, os corpos unidos só porque sim. Se calhar, as flores não passaram de um cliché, os telefonemas serviram só para me manter por perto, todos os momentos foram pura areia ao vento que inevitavelmente acabou por voar para longe.

Não que eu tenha saudades dele ou que o queira de volta. Não que pense nele ou me tenha arrependido de ter acabado tudo. Não que alguma vez na minha vida o tenha preferido ou achado que ele era a pessoa certa. Não que o meu namorado não tivesse sido sempre a pessoa que amei, independentemente de estarmos juntos ou não. Não que fosse isso.

Mas foi estranho. Realmente, foi mesmo muito estranho.

Principalmente porque percebi que ele tinha razão.

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Minha doce Coimbra, que tão mais bela ficas com as pessoas que amo.

por Quadrada, Quarta-feira, 09.02.11

Ontem eu e o meu namorado dirigimo-nos a Coimbra para jantar e, posteriormente, irmos abanar o capacete. Depois de nos termos enganado no caminho e termos que ir à ZARA de propósito para lhe comprar um casaco (visto que ele se tinha esquecido do que usa habitualmente), lá fomos jantar. Depois dirigimo-nos para a AAC, que era o meeting point do pessoal.

Nós, que não costumamos sair à noite em Coimbra, não sabíamos onde se encontravam os bares, onde poderíamos curtir a nossa noite...NADA! O grupo era constituído por mim, pela Andreia, pela Aninha, pela Patrícia, pela Catarina, pela Verónica e pelo Babe, que também veio connosco. Pensei que ele ia sentir-se à parte ou desconfortável, mas não! As minhas amigas puseram-no logo à vontade e acho que ele gostou muito. Era suposto dois amigos dele também irem mas, como eles tinham aulas esta manhã, não foram. Também não fizeram muita falta.

Encontrámos um bar que era a cópia exacta do Caldeirão Escoante da saga Harry Potter (escusado será dizer que eu e a Patrícia entrámos em êxtase). No entanto, devo dizer que o meu bar preferido foi sem dúvida o Buggatti. Isto é mesmo para repetir, foi tão bom!

No caminho para cá, eu e o Babe tivemos que vir com calma e bem devagar, porque caiu um pé de água enorme. O piso estava muito escorregadio e era difícil ver a estrada, portanto era ver-nos a passo de caracol, enquanto conversávamos. Gosto destes nossos passeios de carro porque conversamos sempre imenso. Sabe-me muito bem.

Devido a este precalço (e ao desvio para irmos levar duas amigas minhas a casa) acabámos por chegar mais tarde e encontrei os meus pais acordados à minha espera. Pregaram-me um sermão do caraças que tenho a certeza que já estava estudado e decorado ainda antes de eu sair de casa. É que quando se fazem as coisas de má vontade é assim que funciona. Como se eu passasse a vida desalvorada. Mas eu deixo estar. Não ligo porque sei como algumas colegas minhas agem e fazem as coisas e sei que não tenho que me estar a martirizar por isso. Sinceramente, estou muito mais feliz por ter vindo devagar e com calma (mesmo que isso nos tenha atrasado) e ter chegado sã e salva a casa, do que vir a abrir com a pressão das horas e já nem chegar a casa.

Tenho dito.

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