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Oláááá!

por Quadrada, Sábado, 07.05.11

Acabei de chegar a casa, vinda da primeira noite da minha primeira Queima das Fitas. Não fui trajada porque andei com o traje o dia todo e aquilo é tudo muito lindo, mas a capa pesa c'mó caraças e os sapatos, embora sejam almofadados, fazem uma ou outra feridazita no pé.

De qualquer das formas, venho dar-vos uma pequena ideia daquilo que se passou entre o traçar da capa e a primeira noite da Queima.

Ora bem, a noite de Quinta-Feira começou com uma sessão de fotografias na faculdade, com parte dos caloiros de traje, tudo muito feliz e contente (eu, obviamente, fazia parte desse grupo de pessoas). Acontece que ainda ninguém me passou essas fotos e, como tal, vão ter que esperar para vê-las.

Seguiu-se um jantar com muitos penaltys e afins, que terminou com uma surpresa dos doutores para os caloiros: um bolo muito saboroso com os nomes dos caloiros que compareceram nesse mesmo jantar (sim, porque havia vários jantares, não fomos todos ao mesmo restaurante).

Acabado o jantar, segue tudo para junto da Sé Velha para assistir à Serenata. Escusado será dizer que quase fomos engolidas pela multidão. E, quando digo "engolidas", quero mesmo dizer isso, no sentido mais claustrofóbico da palavra. Cheguei a ver gente a desmaiar ao meu lado, tal era a confusão. Enfim, lá arranjámos um lugarzinho mais sossegado e ficámos a ouvir a Serenata, enquanto eu, trajada e embrulhada na minha capa, olhava para a Torre da Cabra e me dava conta de que tinha realizado a maior parte dos meus objectivos: estava em Coimbra, trajada, a minha capa ia ser traçada dentro de instantes, estava tudo bem entre mim e o Babe, tinha amigos, tradição, vida académica...e estava a assistir à minha primeira Serenata Monumental da Queima das Fitas em visão previlegiada...! Não podia pedir mais nada, estava tudo perfeito. E, por isso mesmo, quando a minha madrinha finalmente me traçou a capa, foi impossível não chorar. Chorei sim, de emoção, de orgulho em mim mesma e na minha academia, de uma imensa alegria pelo que tinha conseguido com muito esforço.

Com as redes dos telemóveis completamente congestionadas, foi uma aventura encontrar o Babe. Felizmente, fui bem sucedida nisso (ainda não sei como!). Conheci os padrinhos dele (como ele está na EUAC, pode ter também madrinha, visto que o código da praxe deles é diferente do da UC) e, sinceramente, fiquei encantada. Terminámos a noite no Departamento de Arquitectura (estava a haver lá um convívio à maneira) e depois ala para casa, que já se faz tarde.

 

Basicamente, foi dormir, acordar, vir para casa, almoçar e voltar a Coimbra (isto sempre trajada, menos enquanto dormia). Eu e o Babe tivemos momentos muito bonitos durante o dia, jantámos juntos, depois fui trocar de roupa e "zuca" para o recinto. Aquilo é uma confusão danada, mas vale a pena! Os Deolinda estrearam o palco da Queima das Fitas 2011 e eu fiquei embasbacada...eles são qualquer coisa de fabuloso ao vivo! A Ana Bacalhau tem uma presença fantástica e uma voz fenomenal, e os músicos que a acompanham também são completamente fora do normal! Fartei-me de dançar e cantar agarrada ao meu Babezinho, que também estava muito divertido!

E agora ficam os registos fotográficos: 

 

 

O tal bolo. E eu ali estou representada como "Mosca", que é a minha alcunha em Coimbra. Não me perguntem porquê, visto que é uma longa história e tem mais piada se for secreto e íntimo :P

 

 

A minha madrinha e eu, ainda durante o jantar. Eu não fiquei propriamente bem nesta foto...

 

 

Todas trajadinhas, junto à Câmara Municipal de Coimbra!

Desde o vosso lado esquerdo:

- Inês

- Joana

- Cátia

- Quadrada

- Jesus

- Teresa

- Rute

- Té

- Cláudia

- Ana Maria

- Gu

 

E, até ver, só tenho estas fotografias. Quando se dignarem a passar-me as restantes, eu coloco aqui.

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